
Perguntas frequentes
1. O que preciso ter em mente ao iniciar a psicoterapia?
Diferente de uma consulta médica pontual, a terapia é um processo colaborativo e contínuo. Para que os resultados apareçam, a constância e o comprometimento com as sessões são fundamentais. Além disso, o trabalho muitas vezes se estende para além do consultório: dependendo da demanda, podemos combinar atividades práticas entre as sessões para fortalecer o que foi discutido.
2. A primeira sessão é cobrada?
Sim. O primeiro atendimento já faz parte da avaliação clínica e do acolhimento da sua demanda, onde iniciamos a compreensão do seu histórico e sintomas.
Nota: No entanto, antes de agendarmos esse primeiro encontro, ofereço uma breve conversa inicial gratuita. Esse é um momento rápido para nos conhecermos e avaliarmos se o meu modelo de trabalho faz sentido para o que você busca no momento.
3. Você atende por convênio/plano de saúde?
Os atendimentos são realizados exclusivamente de forma particular.
4. Com que frequência as sessões acontecem?
O padrão inicial é de uma sessão por semana. Em situações de maior complexidade ou sofrimento agudo, podemos acordar uma frequência maior. À medida que avançamos e os objetivos terapêuticos vão sendo alcançados, iniciamos um processo de manutenção (quinzenal) até a alta definitiva.
5. Quanto tempo dura o tratamento?
Não existe um tempo padrão, pois cada processo é único. A duração depende da complexidade da queixa, do tempo de existência dos sintomas e da resposta individual à intervenção. Meu foco é sempre a eficiência terapêutica, estabelecendo prioridades junto com você para que o processo seja o mais resolutivo possível.
6. Qual público você atende?
Meu foco de atuação é o atendimento clínico para adultos (acima de 18 anos).
7. Como funciona o sigilo das sessões?
A ética profissional é o pilar do meu atendimento. Tudo o que é compartilhado em sessão é estritamente confidencial, protegido pelo Código de Ética do Psicólogo. O sigilo só é rompido em situações muito específicas previstas em lei, como em casos de risco iminente à vida (do próprio paciente ou de terceiros), garantindo que o consultório seja sempre um espaço seguro e livre de julgamentos.
